educação, Eletrônicos, Matutaí, por Vivian Wrona Vainzof, reflexão, whatssup

Silêncio em resposta

Quando eu era criança, achava que as vacas compreendiam umas às outras e que seus mugidos sempre tinham algo a dizer. Um dia minha mãe me contou que aquilo era conversa para boi dormir e eu tive que dormir com essa desilusão. Hoje vivemos uma ilusão de conexão com o mundo inteiro, mas não conseguimos… Continuar lendo Silêncio em resposta

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casamento, desafio, Felicidade, por Vivian Tempel Wroclawski, reflexão, relações afetivas, viagem

Em busca de equilíbrio

Eu estava tentando me entender com as marchas. Observando os outros, aquilo parecia tão natural quanto pedalar, mas, para principiantes, manter o equilíbrio pra não cair é o mais importante e minha atenção estava totalmente voltada a essa tarefa. Já não lembro se perdi a capacidade de fazer 12 coisas ao mesmo tempo depois de… Continuar lendo Em busca de equilíbrio

amor, Família, Matutaí, por Vivian Wrona Vainzof, reflexão, relações afetivas

Matutaí: O que você acha do dia das mães?

Perguntei para algumas pessoas próximas, que eu confio e admiro de formas muito variadas, quase todos mães e pais, mas todos eles, filhos: “o que você acha do dia das mães? ” Recebi muitas respostas imediatas, simples e diretas, que estavam, provavelmente, guardadas nas prateleiras baixas de uma vitrine das ideias que alguns têm da vida e… Continuar lendo Matutaí: O que você acha do dia das mães?

infância, Matutaí, por Vivian Wrona Vainzof, reflexão, relações afetivas

O que faz você feliz?

“Muito obrigado, tia, muito obrigado mesmo”. O menino saiu correndo aquela corrida de mola, quando a alegria vai parar na sola dos pés. Ele correu, saltou, correu mais, não consegui ver aonde foi. Mas voltou bumerangue e me deu mais um sorriso de tuti fruti. Me emplumei toda. Como é gostoso deixar alguém feliz. Não… Continuar lendo O que faz você feliz?

Matutaí, por Vivian Wrona Vainzof, reflexão

Pior cego é aquele que não quer ver

Está tudo embaçado de repente… Eu queria enxergar mais longe, queria poder antecipar o que é que vem pela frente. Mais que isso, eu queria avistar para onde vou, para onde estou levando meus filhos, o que dá contorno a isso tudo. Onde se escondeu o horizonte? A nitidez saiu de férias. Uma névoa turva… Continuar lendo Pior cego é aquele que não quer ver